• Lista de acessórios e roupas para a mamãe e o bebê

     

    Maternidade
    Para o Bebê
    5 macacões ou conjuntos de tricot para maternidade
    5 bodies malha
    5 pares de meia
    2 coeiros
    2 mantas
    2 vira chales
    3 fralda de boca
    3 fralda de ombro
    3 sacos maternidade
    1 par de luvas
    mala do bebê
    lembrancinhas
    bebê conforto
      Para a Mamãe
    3 camisolas abertas na frente
    1 robe
    1 par de chinelos
    3 sutiã de amamentação
    3 calcinhas largas
    1 cinta (indicação do obstetra)
    1 pacote de protetores para o seio
    1 roupa para sair da maternidade

     

    Enxoval

    12 fraldas de ombro
    20 fralda de boca
    6 babadores
    3 casaquinhos (linha ou algodão)
    5 pares de sapatinhos
    6 pares de meia de algodão
    8 macacões (algodão, plush ou tricô)
    8 bodies malha
    8 mijão
    4 mantas
    3 toalhas de banho com capuz
    3 toalhas fraldas
    1 saco de roupa suja
    1 necessaire
    1 trocador portátil
    1 banheira

     

    Para o Quartinho

    1 kit berço
    1 saia de berço
    3 jogos de lençol para berço
    1 protetor de colchão
    2 cobertores
    1 seguro nenê
    1 almofada de amamentação
    1 mobile para berço
    1 kit higiene (garrafa térmica, potinho algodão, cotonete e lixo)
    cabides
    1 moisés
    1 travesseiro
    1 porta treco

    Para Passear

    1 carrinho
    1 colchão de carrinho
    3 jogos de lençol de carrinho
    1 bolsa para passeio

     

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    By Maeve K. Izolan (Gostou das dicas? Ela pode te ajudar)

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  • Detecção de Síndrome de Down e outras alterações fetais pelo sangue materno

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    Você sabia que temos 23 pares de cromossomos, incluindo os sexuais que podem ser XX para meninas e XY para meninos? Dentro dos cromossomos estão os genes que determinam nossas características, funções biológicas, nossa saúde, desenvolvimento… Portanto a falta (monossomia), deleção ou presença de um cromossomo extra (trissomias) provocam problemas de saúde nos seres humanos.

    Hoje em dia, existem testes que detectam o DNA (ou carga genética) fetal no sangue materno a partir da décima semana de gestação. Maravilhoso, não? Poder descartar Síndrome de Down, Edwards, Patau, Turner, Klinefelter e outras apenas com amostra do sangue materno e junto detectar o sexo fetal com precisão*.

    Estes exames estão especialmente indicados para casais que apresentam risco aumentado para tais alterações, como nos extremos de idade, alterações em gestações prévias, anomalias detectadas em ecografia ou exames de I trimestre.

    Claro que os testes não excluem todos os problemas que podem estar presentes no bebê, nem mesmo possuem precisão de 100%, mas detectam as principais alterações genéticas. Casos positivos devem ser confirmados com amniocentese (extração percutânea do liquido amniótico) ou biópsia de vilo corial.

    Coletamos estes exames aqui na clínica, enviamos para São Paulo/EUA e o resultado vem em até 10 dias úteis.

    Agendamento pelos fones: +55 51 3012.0558/ whats: +55 51 9512.0558

    falecom@classiclinica.com.br

     

    *exceto no caso de gestações gemelares

  • Recomendações sobre a Vacina contra o HPV

    Sumário de Recomendações

    • É crucial que obstetras-ginecologistas e outros profissionais de saúde eduquem pais, parentes e pacientes quanto aos benefícios e segurança da vacinação contra HPV. O HPV está relacionado com condilomas (crista-de-galo ou verrugas) genitais e o que é pior, a vários tipos de cânceres: colo uterino, vaginal, vulvar, anal, peniano, de oro-faringe. Também pode passar da mãe para o bebê durante o parto e causar verrugas na oro-faringe do recém nascido.
    • O Centro de controle e Prevenção de doenças (CDC) e o Colégio Americano de Ginecologia recomendam a vacinação de rotina em meninas e meninos.
    • O alvo para vacinação: meninas e meninos entre 11-12 anos. (Quando se desenvolve maior proteção e atinge adolescentes que ainda não iniciaram atividade sexual). Mas se a vacina não for feita nesta idade, ainda é recomendado fazer até os 26 anos.
    • A vacinação é recomendada mesmo para quem já teve relação sexual e contato com HPV. Embora, possa ser menos efetiva em indivíduos sexualmente ativos, parece haver algum benefício, pois a exposição sexual a todos os genotipos que estão presentes na vacina é improvável. As vacinas diponíveis no Brasil: Cervarix (ativa contra os genotipos 16 e 18) e Gardasil (6,11, 16, 18). Nos EUA, já existe a vacina 9-valente, Gardasil-9 (contra os genotipos 6,11,16,18, 31, 33, 45, 52, 58).
    • Teste de DNA para HPV (genotipagem, captura híbrida) não é recomendado antes da vacinação, pois ainda se o teste for positive, a vacinação ainda é recomendada.
    • Mais de 60 milhões de doses da vacina contra HPV já foi realizada no mundo e não se notou efeito adverso grave relacionado a vacina. Pessoas que já tenham tido alergia grave relacionada a qualquer componente da vacina, ou à própria vacina, não devem fazê-la.
    • Contra-indicada em gestantes.
    • Não é contra-indicada em pacientes imunodeprimidos, como os portadores de HIV, mas a resposta imunológica pode ser diminuída.
    • De acordo com o CDC, se a cobertura da vacinação aumentar para 80%, é estimado que 53 mil casos de cancer cervical possa ser prevenido durante a vida destes jovens abaixo de 12 anos. Além disto, por cada ano que esta cobertura não aumenta, um adicional de 4.400 mulheres irão desenvolver cancer de colo uterino.

    Texto Dra Fernanda Pacheco, CRM/RS: 27276

    • Fonte: http://www.acog.org/Resources_And_Publications/Committee_Opinions/Committee_on_Adolescent_Health_Care/Human_Papillomavirus_Vaccination
  • Tudo o que você precisa saber sobre DIU de Cobre

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    Tenho notado na prática clínica uma tendência pela procura de DIUs não hormonais, os de cobre. As pacientes vêm indicadas por nutricionistas, nutrólogos, cardiologistas que indicam o método como uma medida para redução de peso, retenção hídrica, diminuição da pressão arterial, do risco de trombose, etc…ou pela simples vontade de sentir seu corpo sem a influência de hormônios.

    Historicamente, havia uma preocupação a respeito do maior risco de infecção pélvica nas usuárias de DIU, principalmente, entre mulheres jovens e sem filhos, pois estas infecções, ocasionadas por bactérias sexualmente transmissíveis, como gonorreia e clamídia, podem causar infertilidade, gestação ectópica, etc. E são justamente as mulheres jovens com atividade sexual e com vários parceiros que estão no grupo de maior risco para DSTs (PS: o uso de camisinha evita a ascensão de bactérias para o útero e pélvis). No entanto, trabalhos recentes mostram que esta preocupação pode não ser mais relevante graças ao desenvolvimento de dispositivos mais modernos, assim como o rastreamento e tratamento das infecções. Tanto que hoje em dia, o DIU é considerado um dos métodos de escolha entre adolescentes pela Sociedade Americana de Pediatria e Ginecologia devido a sua alta eficácia (0,8% das usuárias engravidaram no primeiro ano de uso típico x 8% entre as usuárias da pílula), baixa taxa de falha (imagina que a pílula pode ser tomada de forma inadequada, ser esquecida, inativada pelo uso de antibióticos, não ser absorvida no caso de vômitos, ou diarreia; enquanto o DIU, se normoposicionado, não sofre tais influências; mas atentar que anti-inflamatórios e tetraciclinas podem diminuir seu efeito). Mas lembrar que nenhum método é 100% eficaz contra gestação, nem mesmo a ligadura das trompas!

    Contra-indicações ao DIU de Cobre: Doenças que diminuem a imunidade, como AIDS, ou diabetes, uso crônico de corticoesteróides; tendênicia a anemia e/ou sangramento aumentado; defeitos das válvulas do coração; DST conhecida, suspeita de gravidez, câncer de útero ou colo, citopatológico alterado, malformação uterina…

    O principal mecanismo do DIU de Cobre é interferir na atuação dos espermatozoides e óvulos antes mesmo da fertilização.

    Existe um pequeno risco de perfuração uterina na inserção do DIU (0,1-0,3%) ou infecção nas primeiras semanas após (0,4%). A inserção pode ser feita em consultório ou no Hospital com anestesia geral, mas geralmente, a dor é tolerável e ocorre principalmente durante a colocação, que dura alguns segundos (algumas pessoas sentem um pouco de cólica nos primeiros dias, o que pode ser controlado com medicação).

    78% das mulheres usuárias de DIU permaneceram com o método após 1 ano de uso, ou seja, estavam satisfeitas (este número é de 68% entre as usuárias de pílula). 14% destas mulheres quiseram retirar o DIU por sangramento intenso ou dor e 6% acabaram expulsando o DIU durante o primeiro ano de uso. O DIU poderá se deslocar após as menstruações (geralmente, nas 3 primeiras após a inserção) ou após ressonância magnética, eletroterapia. Para averiguar se o DIU continua no local, a própria paciente pode se tocar e sentir o fio do DIU, ou realizar ecografia transvaginal. Durante a menstruação o fluxo pode ser mais intenso e doloroso.

    O DIU de cobre dura de 5-10 anos e a remoção geralmente é simples, feita no consultório, mas em alguns casos pode precisar ser retirada no Hospital com anestesia geral, devido à subida do fio para o colo, incrustamento do DIU no útero ou quebra do dispositivo (raro).

    Claro que o melhor método anticoncepcional é aquele que melhor se adapta ao seu caso e conversar com seu ginecologista sobre os métodos disponíveis é essencial.

    Texto de Dra Fernanda Pacheco-Ginecologia, Obstetrícia e Reprodução Humana

     

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